Earthquake HaitiTerremoto Haiti

Sobreviventes do Haiti precisam de ajuda, de água, de comida e solidariedade.

Helicóptero da Guarda Costeira Americana sobrevoou o Haiti e filmou os locais atingidos pelo abalo sísimico de 7 graus na escala Richter, que provocou o terremoto de grandes proporções no Haiti. A cidade mais atingida foi a sua capital, Porto Príncipe.

O vídeo traz imagens da tragédia. São casas e prédios destruídos, rasgados pelo tremor, entulhos ao chão e bairros fantasmas.

Nas ruas do Haiti corpos se amontoam vivos e mortos. O mau cheiro de urina e dos defuntos ainda soterrados sufoca a garganta de quem luta nos entulhos e escombros para encontrar sobreviventes.

O Haiti já está recebendo ajuda e apoio de muitos países. Serão liberados recursos financeiros para a reconstrução do país.

Terremoto no Haiti

Nesse primeiro momento pós-terremoto é preciso enterrar os mortos encontrados, buscar sobreviventes e cuidar dos feridos e dos desalojados e sem teto, que são muitos. O cenário é de guerra, parece que uma bomba atômica caiu no lugar.

As pessoas que sobreviveram à tragédia, ao terremoto, estão sem casa e não têm o que comer, não tem o que beber. Os haitianos estão com os olhos para o céu, pedindo a Deus que apareçam helicópteros para jogar água, comida e cobertores.

Link do vídeo acima no YouTube, caso ele venha a ter a incorporação desabilitada.

A miséria já tomava conta do Haiti antes do terremoto e depois do terremoto então é que a coisa piorou. Para matar a fome antes do terremoto, muitos faziam o biscoito de barro para inchar a barriga – lembro de ter visto isso na TV.

Além da miséria, a Aids dizima um número enorme de haitianos pela falta de educação. A maioria da população é analfabeta. O Haiti é um pedaço da África na América Central. O que já era ruim, conseguiu ficar pior.

Cães farejadores brasileiros seguiram para reforçar as buscas. Os bombeiros que trabalharam em Angra dos Reis, na tragédia do Reveillon 2010, também seguiram para o Haiti.

O Brasil por liderar a força de paz da ONU no Haiti, é quem vem atuando de frente nas operações de resgate das vítimas e apoio aos vivos que estão sem teto e amontoados pelas ruas do Haiti – muitos ainda perplexos diante da devastação, sem saber o que dizer aos seus filhos que sobreviveram sem ter o que comer.

Milhares de pessoas estão desaparecidas. Os números dançam nas manchetes dos site na internet. São 50 mil mortos, 100 mil mortos – não existe um número definido, apenas estimativas. A verdade é que não dá pra ficar fazendo conta agora – quem está no país precisa agir, arregaçar as mangas, ajudar, cuidar, administrar toda a miséria que se agravou com o terremoto do dia 12 de janeiro.

Fonte: YouTube, G1, Terra, UOL, R7, CNN, Google.

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