Taxista asfixia namorada até a morte com o fio do carregador de celular.
Fim do Mundo, Tragédias 2009/04/04
O taxista Ralf Gonzaga Nascimento confessou, diante das evidências, que matou a namorada em seu apartamento, quando ela o procurou para terminar o relacionamento depois de 4 anos. Foram 4 horas de brigas e 4 horas rodando pela cidade de Santos-SP, depois do crime, pra ser pego no dia seguinte na casa de uma outra ex-namorada no litoral paulista.
A polícia de Santos encontrou no apartamento do acusado, todos os ingredientes desse descontrole emocional que levou Ralf a prisão temporária por 30 dias: manchas de sangue, bolsa da namorada e o carregador do celular que ele usou para asfixiá-la até a morte. Imagem do circuito de câmeras de um prédio vizinho o mostra arrastando a vítima até abandonar o corpo junto a uma árvore na calçada do outro lado da rua, quando parecia que ele tentaria desovar o cadáver.
Márcia Mendes de Souza, que perdeu a vida de bobeira no fio do celular, trabalhava como merendeira numa escola, já era separada e deixou uma filha de 6 anos para os avós criarem. Mais uma criança vítima dos nossos medos não questionados.É lamentável que notícias como esta venha ganhando cada dia mais espaço na mídia pela constatação de que realmente nos perdemos no tempo do nosso autoconhecimento. Não foi a primeira morte motivada por carência afetiva e nem será a última, agora mesmo enquanto você lê esse artigo, outra barbárie pode estar acontecendo bem perto de você.
Quando ouvir gritos e brigas de seus vizinhos, concentre-se e vibre positivamente para equilibrar o campo energético que está perto de você. Deseje coisas boas e não entre na mesma freqüência, porque se o Ralf tivesse arma em casa, uma bala perdida poderia encontrar alguém.
E muita atenção: ninguém no mundo é mais importante que você mesmo. Suporte os foras que a vida lhe dá para não ficar preso numa gaiola. Segure no leme do seu barco, da sua vida enquanto há tempo, pra não ficar a deriva. O livre arbítrio é pra ser vivido em liberdade e o fim de um relacionamento não justifica o fim de nossas vidas.
Fonte de imagens: Google.





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